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Escrito por Mauricio Antonio Duarte
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Mauricio Duarte ( Brasil )
Natural de Niterói, Território Tamoio, nasci em 1975 e vivo em São Gonçalo desde 1979. Tornei-me Bacharel em desenho industrial, habilitação Programação Visual na Escola de Belas Artes da UFRJ em 1999. Trabalhando com design promocional, editorial, e identidade visual, também participei de vários projetos envolvendo desenho de ilustração. Estudei sem laços formais, no Programa de Mestrado em Ciência da Arte da UFF em 2001 e 2002. Completei dois semestres do curso de Artes Visuais, desenho de ilustração da Faculdade Pestalozzi em Pendotiba, Niterói. Mauricio Duarte é meu nome na identidade, entretanto as pessoas me conhecem como Anuragi ou Anuraghi que é meu nome de sannyas concedido pelo meu mestre espiritual OSHO.
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Actualizado em ( 01-02-2008 )
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Escrito por Fátima Ayache
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Bem vindo ao espaço de Fátima Ayache. Nesse espaço virtual, poderemos nos conhecer um pouco mais, através de minhas obras, criadas sempre do mais profundo recanto da alma. Não existe maneira melhor ou linguagem mais intimista do que a exposição do artista, através de seu trabalho e, assim pensando, creio que será fácil decodificar-me os mais profundos sentimentos que sem pudor, deixo desnudados nas formas e cores que transmito para minhas tela. Conheça um pouco mais de minha trajetória pelo universo da arte. http://fatimagaleria.spaces.live.com/ ou escreva-me
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Actualizado em ( 27-01-2008 )
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Escrito por Malouh Gualberto Cavalcanti
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Pensagramas de OdilonCavalcanti Os trabalhos recentes de Odilon Cavalcanti são cortes na realidade,pensados e realizados para facilitar,ao fruidor,o exercício do pensamento criativo.São portais interespaciais:permitem infinitas associações de idéias, buscando na tensão entrefigura e abstração, cujos limites Odilon persegue com olhar cada vez mais treinado e atento, portas para dimensões sucessivas através das chaves das cores. Quem se beneficia destas chaves é o fruidor que, ao recriar constantemente a obra,em camadas sucessivas–que,por sua vez, reproduzem o processo criativo do artista-recria sua própria poésis, como numa verdadeira academia demusculação poética, da imaginação e do pensamento. Odilon Cavalcanti usa a figura como elemento formal, da mesma forma que usaria uma forma abstrata, sem jamais cair no ilustrativo. São estas formas, baseadas ou não no corpo humano, que dão força e até imponência a estas Obras, nas quais Odilon Cavalcanti explora todas as possibilidades que os materiais oferecem. Marc Berkowitz Forma e conteúdo se harmonizam em um figurativo de forte tendência abstrata, onde o informal e o geométrico aparecem apenas como um meio apenas, porque o fim é o que a percepção dos que tem olhos e vêem saberão encontrar em Odilon Cavalcanti... Benedicto Mello Ao examinar, em todo seu conjunto, o trabalho de Odilon Cavalcanti, pude observar o seu interesse e devoção na busca da claridade, isto é na criação da luz e seus jogos cromáticos emocionantes. Com isso o trabalho do artista chega a contagiar o espectador na busca do elemento surpresa... Maurício Nogueira Lima Odilon Cavalcanti, em toda sua constância de trabalho, mostra, aliado ao fato mistério, um permanente elemento provocador, motivador e catalisador, elo vital na relação quadro espectador. José Duarte de Aguiar O universo de Odilon Cavalcanti tem mais de um verso. Alberto Beutenmüller Me parece, às vezes, que estas telas são filtros que retêm todo o seu conhecimento da luz e seus reflexos. Isto mesmo, reflexos sobre o caminho da luz, das sombras das cores e do suporte. Essa luz dá vida própria a todos esses elementos. Às vezes procuro nossas histórias nas sombras destas formas, mas cada vez ela são mais universais...e vão ao universo inconsciente de muitos. Malouh Gualberto Embora a materialidade da sua obra seja tradicional -pastel, acrílica, óleo -sua obra é de hoje, contemporânea do futuro. Atravessará o século como uma luminosa lua colorida. Raul Córdula Novallis costumava definir a água como chama molhada e a Luz como o gênio do fogo. Ele insistia que a luz é agente da pureza: onde ela não tem nada a fazer, nada a unir, nada a separar, passa. Nas telas de Odilon, esta mesma luz encantatória pousou como uma borboleta marinha e lá ficou, para sempre. Francisco Brennand Odilon consegue, com a pintura, projetar as suas imagens no intocável espaço/tempo das concepções cosmológicas, atingindo o infinito das idéias relativistas de um universo curvo e em contínua expansão. Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
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Actualizado em ( 21-01-2008 )
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Escrito por carlos pinto
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Olá! Sou Carlos Pinto, artista plástico, coloquei ontem uma tela minha para exposição neste site e aguardo com atenção a sua opinião.
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Actualizado em ( 22-11-2007 )
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